toc toc toc ...
Era alguém na porta, Victor levantou.
Toc toc toc, misturado com o barulho da chuva, trovoes,
Victor foi andando até a porta,
Toc toc toc, era alguém querendo entrar.
Victor abriu a porta, alguém todo molhado entrou,
Victor apenas observando, o rapaz se enxugar,
o rapaz olhou para Victor e disse, obrigado por me deixar entrar.
Victor apenas ficou o observando.
A prazer meu nome é Jorge, disse o rapaz.
Victor o disse para ficar a vontade, que aquela noite ele poderia passar ali,
Jorge lhe agradeceu, já que a chuva estava muito forte.
Sentou-se no sofá e Victor apenas olhando.
Que casa mais medieval que o Senhor tem.
Sim faz tempo que foi construída.
Victor, olhava, e disse.
Queres conhecer a casa ?
O jovem Jorge aceitou,
Andaram, andaram cozinha, sala, banheiro.
Todas as peças muito estranhas, alguns quadros esquisitos.
Peças esquisitas, objetos estranhos.
Mas Jorge não dava bola.
Venha ver onde você vai dormir.
Uma porta enorme de madeira, Victor apoiou suas mãos e foi abrindo.
Um trovão fez Jorge pular para trás.
Algo o empurrou para dentro do quarto, não soube definir o que.
Dentro do quarto ele estava. Ao redor apenas velas, pintura vermelha.
Um silencio mórbido, não se escutava a chuva.
Victor parou no meio do quarto,
Jorge ainda não tinha visto o que se encontrava ali.
no meio do grande quarto, um caixão.
Madeira, veludo,
Jorge olhou fixamente para aquilo, espantado, correu até a porta,
ela não abria, com toda a sua força, mas não adiantava.
As velas pouco a pouco foram se apagando, Victor olhando.
Jorge tremendo, medo, confuso,
o que se seguiu não foi escutado por ninguém.
A ultima imagem de Jorge viu Victor rindo,
pois depois disso a ultima vela se apagou.
Tudo se escureceu, e Tudo acabou.
domingo, 2 de setembro de 2007
Castelo
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Um comentário:
humm..
legal este post seu..
obrigado por comentar no meu blog.
vlw
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